Crítica: Avatar Aang – O Último Mestre do Ar
“Avatar Aang – O Último Mestre do Ar” foi prometido para o cinema, mas depois de um vazamento, ele sai exclusivamente no Paramont+ de forma adiantada.

O filme se passa entre o final da série e a nova, avatar Korra. Mas temos que lembrar que temos HQs que também contam histórias nesse tempo. E, apesar de que os quadrinhos estão direcionados aos fãs mais recorrentes, ainda é um desafio unir essa trama sem intervir nos acontecimentos das demais. E, dito isso, o maior problema do filme é justamente a falta do perigo, por mais que tentem vender a ameaça, já que sabemos do futuro.
Aqui temos Aang explorando o mundo atrás de itens que trazem uma memória física de sua cultura. Na viagem mais recente ele esbarra em um grupo de não dominadores que o atacam por um mapa que pertenceu a Avatar Sonam. Porém, essa antiga avatar do Ar é um mistério, até mesmo dentro das reencarnações, mas seu poder promete dar o dom da dobra para as pessoas. Sendo assim, Aang vê isso como a chance de ter novos dominadores de ar. E, nessa jornada, ele encontra Tagah, um dominador de ar que assim como ele estava congelado e conheceu Sonam.

Pelo resumo, e apesar da qualidade da animação, é natural perceber o motivo de não ir para o cinema. Sabemos o futuro dos personagens. Tagah não é mencionado e não temos dominadores de ar no futuro. O único acontecimento que é uma consequência é a construção do novo tempo do Ar de cidade república.
“Avatar Aang – O Último Mestre do Ar” consegue expandir o universo da série. É uma boa forma de trazer nostalgia no momento em que uma nova série será lançada.




