Crítica: Eu Nunca – 2ª Temporada

Eu Nunca” retorna com sua segunda temporada, mas mais amadurecida e nem tão atraente quanto a primeira.

Eu Nunca

O gancho deixado é a escolha de Devi entre Ben e Praxton. Entretanto, a série rapidamente resolve isso, de uma forma nem tão boa. Afinal, mesmo que brevemente, namorar os dois ao mesmo tempo pareceu uma regressão da personagem. E quando isso acontece, ganhamos com desenvolvimento dos secundários!

Todos, de sua forma, crescem com seus relacionamentos. Fabiola começa a se tornar cada vez mais como sua namorada. Eleonor abre mão do seu relacionamento para entrar em um que, supostamente, era seu sonho. Devi fica sozinha, mas Praxton aprende mais sobre si mesmo do que se podia imaginar. Logo, pela lista, da para imaginar que Ben é o personagem mais deixado de lado.

Eu Nunca

Mas toda a temporada pode ser resumida na jornada de cada um em aprender mais sobre si mesmo. Devi deixa de seguir Praxton e começa, ou tenta, pedir desculpas e reconhecer suas emoções. Fabiola passa a valorizar quem ela é, mesmo que diferente do que esperam dela. Eleonor reconhece sua fraqueza, mesmo que de uma forma distorcida. E os meninos aprendem com suas vitórias e derrotas. Até mesmo Kamalah, que passa a trabalhar, após tentar se enturmar, acorda e volta a ser quem é e lutar pelo seu reconhecimento.

Eu Nunca” deixa o aprendizado de ser quem você é, e de seguir em frente após os problemas. Ao tratar assuntos mais sérios, como anorexia, abre mão de muito do humor característico da primeira temporada. Ao abrir mão de Devi, os outros personagens se mostram tão interessantes quanto! Quanto a terceira temporada, mesmo ainda não confirmada, não há motivos para Netflix não renová-la. Infelizmente, talvez tenhamos Praxton vs Ben, de novo!

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