Crítica: Jogos Vorazes – A Esperança Parte 1

Jogos Vorazes – A Esperança Parte 1” é considerado o filme que definiu a divisão em dois dos capítulos finais das séries teen baseadas em livros. Mas será que esse detalhe ajuda ou melhora a excelente construção que a série teve até agora?

A Esperança

Quando falamos sobre “Jogos Vorazes” e “Em Chamas“, destacamos a capacidade de construção e definição do universo. Mas se tem algo que deixou esse filme “morno” em comparação aos outros é justamente a união desses detalhes, novamente. Afinal, já tínhamos toda a construção apresentada, porém dessa vez vemos as coisas por fora dos Jogos ou da Capital.

Mesmo que tenhamos visto os outros Distritos durante o tour da vitória, era apenas um palanque político. Agora, após a fuga do “Massacre Quartenário”, somos apresentados a realidade dos demais Distritos em meio a guerra. E não é que sejam aspectos novos ou nunca mencionados, mas se torna algo além do Distrito de Katniss.

A Esperança

Com o resgate, Katniss se torna um símbolo da resistência e é interessante ver a construção desse símbolo pelo marketing da revolução. Afinal, apesar de ter se destacado sempre por conta de seu senso de sobrevivência, foi essa proximidade que a tornou a imagem da luta. E é nesse trabalho que a semente é plantada sobre como as coisas irão terminar. Pois, se tem uma coisa que a história nos ensinou é que, normalmente, os salvadores só tendem a ser outros tiranos que ainda não chegaram ao poder! Mas uma coisa boa de se notar foi que dessa vez parece que deram uma atenção a Peeta, uma que ele realmente merecia dadas as circunstâncias.

Jogos Vorazes – A Esperança Parte 1” precisa ser avaliado tendo a noção de ser um filme incompleto, mas certamente é um começo do fim.

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