Crítica: Os Incríveis

Os Incríveis” foi uma aposta certeira da Pixar, ao utilizar o universo de super-heróis em suas produções. Afinal, depois de uma longa espera cheia de cobranças, teve uma sequência igualmente lucrativa.

Os Incríveis

No filme acompanhamos a família Pêra: Roberto é o pai que trabalha em uma empresa de seguros; Helena é a mãe, e cuida dos três filho; Flecha é o filho do meio e problemático na escola; Violeta é a filha mais velha e uma adolescente bem tímida e insegura; e temos Zezé, o bebê “normal”.

Durante uma de suas missões, o Sr. Incrível acaba sendo atrapalhado por um dos seus fãs e dessa forma causa um grande acidente. Mas se nos filmes mais clássicos não vemos as consequências desses erros, aqui tudo é mostrado. Afinal, os passageiros do trem processam o Estado e geram uma onda de outras ações contra os heróis. Assim, a atividade deles se torna ilegal, forçando-os a viver escondidos.

Os Incríveis

Após ser demitido, o Sr. Incrível é contatado por uma agência e retorna a vida de herói, sem contar para sua família. Mas esse chefe se revela seu fã maluco que agora elimina heróis para se tornar o único vivo. Para salvar seu marido, a Mulher – Elástica segue seu rastro, e junto com os filhos clandestinos, enfrentam Síndrome, contando também com o Gelado. É interessante ver o paralelo dos poderes com os personagens. Sr. Incrível é o pai que tem que ser forte; Helena é elástica como toda mãe que se desdobra nas funções; Flecha é superativo e por tanto super-rápido e Violeta possui invisibilidade e projeta escudos. Em um curta vemos Zezé com a babá e seus inúmeros poderes, afinal bebês ainda estão em desenvolvimento e nunca se sabe como serão.

Os Incríveis” é um dos melhores filmes e sequências que a Pixar produziu.

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